Conheça um pouco da história do carnaval e algumas opções para fugir, ou aproveitar a maior festa de rua do planeta

A história do carnaval vem desde a Grécia antiga, passando sempre por adaptações e transformações. A data que conhecemos hoje foi instituída – acredite! – pela igreja católica na Idade Média, sempre 40 dias antes da Páscoa como forma de despedida antes da quaresma e da privação da carne. No século XIX, a festa começou a se difundir na alta sociedade europeia, com bailes de máscaras e a graça de se vestir e se transformar em “outro”.

No Brasil, o carnaval começou com os portugueses no século XVII, com uma festa chamada Entrudo – na qual as pessoas saíam as ruas com o rosto pintado e jogavam bolinhas de água e farinha umas nas outras. Foi só em 1899 que Chiquinha Gonzaga escreveu a primeira marchinha, “Ó abre alas”. E, apenas em 1917, que Donga e Mauro de Almeida lançaram o primeiro Samba, “Pelo telefone”.

Com o passar dos anos, o samba e as marchinhas foram evoluindo e o carnaval foi se apossando desses ritmos dançantes. Na década de 30, durante seu primeiro governo, Vargas decidiu institucionalizar e nacionalizar o carnaval, investindo na festa e patrocinando escolas de samba que começavam a surgir.

Desde então, o carnaval não parou de se desenvolver, se transformando nos grandes eventos que conhecemos hoje e que são responsáveis, inclusive, pela difusão da cultura de cada região do País.

Mas nem só de folia vive o carnaval. A data, um feriado prolongado que neste ano começa no dia 9 (sexta-feira) e só termina dia 14 (quarta-feira), também se confirma como uma “última chamada de férias” para quem não descansou nas festas de final e início de ano. É dito popular, inclusive, que “o ano só começa depois que o carnaval termina”.